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    <title>Revista CompletaMente</title>
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    <description>Neste espaço vamos ter oportunidade de partilhar artigos e as edições da Revista CompletaMente.</description>
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      <title>Revista CompletaMente</title>
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    <item>
      <title>Como encontrar o futuro em João dos Santos? Por Maria José Vidigal</title>
      <link>https://www.completamente.pt/como-encontrar-o-futuro-em-joao-dos-santos-maria-jose-vidigal27520caf</link>
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      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-pixabay-210158.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Uma das novidades é trazermos parceiros para a nossa revista, com isso descobrimos a Revista PsiRelacional – Perspectivas Relacionais em Psicanálise. Esta é uma revista recente mas muito interessante e tem como objetivo a publicação de trabalhos científicos que servem de suporte à compreensão da vida psíquica, trabalhos esses que têm como base a fundamentação teórico-clínica na intervenção psicanalítica e psicoterapêutica.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Nesse sentido iremos apresentar o resumo do artigo “Como Encontrar o Futuro em João dos Santos?”, escrito pela brilhante Dra. Maria José Vidigal. Para ler e consultar o artigo completo é só aceder ao link.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Maria José Vidigal é Pedopsiquiatra, Psicanalista e Psicoterapeuta Psicanalítica e tem feito um trabalho muito importante nesta área. É membro direto da IPA e Sócia Fundadora e Presidente da Comissão Científica da PsiRelacional. Lançou alguns livros, tais como, “Por detrás do espelho”, “Pensar a esquizofrenia na criança”, “Intervenção Terapêutica em grupos de crianças e adolescência”, “Eu sinto um tormento com a ideia do fim definitivo.”
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
        Como Encontrar o Futuro em João dos Santos?
      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A autora refere que teve o privilégio de conhecer, e de trabalhar, com João dos Santos, o que lhe permite dar a conhecer o psiquiatra, o médico e o pedagogo que introduziu em Portugal a modernidade na maneira de observar, de estar com a criança, e que ainda mantém atualidade. Se desde muito cedo (anos 40 do século XX) esteve ligado aos problemas da educação, também lutou pela necessidade de os serviços de saúde materno-infantis estabelecerem medidas preventivas ao nível da saúde mental infantil. Considerava que a saúde mental não é um campo estritamente médico e que era um “assunto demasiado sério para ser entregue só aos psiquiatras,” necessitando da contribuição de sociólogos, filósofos, educadores, urbanistas… Para João dos Santos, a prevenção e a investigação são as atividades nobres da saúde mental infantil.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://revistapsirelacional.pt/wp-content/uploads/2021/12/revista-psirelacional-n2-novembro-2021-maria-jose-vidigal-vf.pdf" target="_top"&gt;&#xD;
      
                      
      Para ler o artigo completo aceda à revista PsiRelacional nº 2
    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
    .
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Este artigo faz parte do Volume 8 da Revista CompletaMente, leia a versão online 
    
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.flipsnack.com/consultoriocompletamente/revista-completamente-volume-8.html?fbclid=IwAR2E9xTOtp5dIKssrNErXlEzJS43kPz7C6Ux6WE4lIC7bPqsHr2AcLWSJsE"&gt;&#xD;
      
                      
      aqui
    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
    .
    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-pixabay-210158.jpg" length="530823" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 22 Jan 2023 11:52:28 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Tempos em Família</title>
      <link>https://www.completamente.pt/tempos-em-familia9b6243f9</link>
      <description>Viajar possibilita estarem ambos os pais presentes e que haja ainda mais momentos significativos entre os vários membros da família.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/DSCF4381.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Texto por
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
        Joana Vaz
      
                      &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      , 
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
                    
    Especialista em Saúde Pública
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Em 2013 eu e o Tiago casámos e no mês seguinte pusemos as mochilas às costas e fomos viajar 14 meses pela Ásia e Oceania. Voltámos já mais “carregados”, com a nossa primeira filha na barriga e com a certeza que voltaríamos a fazer uma viagem de longa duração quando tivéssemos filhos. Em 2022 iniciámos este projeto de viagem em família, em que queremos conhecer melhor o nosso país e explorar o mundo da educação mais inovadora em Portugal. Alugámos a nossa casa e o Tiago deixou o seu trabalho pago para se juntar a mim neste outro que não tem horas, nem férias, nem é pago em numerário. Para nós a vida familiar deve ser de conexão e presença, com momentos de riso e bem estar, mas também momentos de colo, de vulnerabilidade, de desregulações e explosões sem julgamentos e muitos momentos de empatia. Se é sempre assim? Claro que não.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Já fomos ambos “pais que ficam em casa” e portanto temos boa consciência do que é passar os dias, muitos dias, com as nossas crianças. Da beleza e intensidade que é. Temos consciência e prática. Das dinâmicas, das rotinas, dos programas.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Do que funciona, do que não funciona. Dos planos furados, dos atrasos, das sestas inesperadas e das não feitas que deixam a criança prestes a rebentar por tudo e por nada. Do quanto podemos esticar a corda, das crianças e a nossa.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    E esta experiência é super útil para uma viagem onde
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    passamos tanto tempo todos juntos. Diria mesmo que torna tudo muito mais simples.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Viajar possibilita estarem ambos os pais presentes e que haja ainda mais momentos significativos entre os vários membros da família. Permite que nos vejamos melhor, que nos conheçamos melhor, no bom e no desafiante. Que percamos mais a paciência e que tenhamos “falta de espaço” para arejar. Neste momento somos 5, com idades (37, 36, 7, 2, 7m) e  necessidades todas diferentes e portanto vamos fazendo malabarismo com o tempo para que a nossa convivência e crescimento seja saudável e prazerosa.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Dedicamos tempo às tarefas rotineiras de uma casa, por vezes só um adulto, outras todos juntos: compras, cozinhar, lavar roupa, limpar uma casa quando chegamos e vamos embora. E isto, como quem passa muito tempo em casa sabe, ocupa uma grande porção do tempo! Temos tentado simplificar, temos muito menos roupa, comemos mais vezes fora, vivemos mais num caos sem grandes arrumações.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Outro tempo que não podemos descurar (sempre que o fazemos vemos os efeitos nefastos e o quão menos presentes estamos com o resto da família) é o tempo pessoal de cada adulto.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
                      
      Gostamos muito das nossas 3 filhas mas precisamos de tempo de calma.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Precisamos da nossa individualidade e de fazer o que nos nutre e restabelece o equilíbrio interno. No mínimo uma manhã/tarde para cada um.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
                      
      Também acontece termos esse tempo, mas queríamos fazer tanto que acabamos a nossa manhã em frustração…
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      O tempo em casal também é fundamental e esse tem sido um desafio de encontrar, mas costuma ser quando as crianças estão a dormir, se conseguirmos também sobreviver aos adormecimentos. E de resto aproveitamos todos os possíveis momentos para conversar.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Conversamos e debatemos muito mesmo. Só assim nos conseguimos alinhar e emparceirar, continuando lado a lado neste maravilhoso e árduo caminho que é construir uma família. Para além de tempo de casal, as noites também servem para reuniões de viagem, planeamentos, contactos. Precisamos de decidir onde vamos pernoitar, onde vamos passear, que projetos vamos visitar e que atividades fazemos por casa.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Tentamos também ter tempos mais individuais com cada uma das nossas filhas, aproveitando as diferentes horas do deitar, se uma ou duas estão na sesta ou saindo um dos adultos só com uma. Temos muitos dias de passeio, onde tentamos desligar das
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    tarefas todas e estar realmente presentes. Brincamos e adaptamos muito. Não vale a pena ir com uma lista de coisas para ver e fazer porque depois acabamos frustrados. Muitas vezes uma volta na vila entre brincadeiras e fotos faz o dia. Outras vezes fazemos programas e visitas específicas, como ir a um Centro de Ciência Viva, um museu, a biblioteca, um parque, uma praia ou uma comunidade/projecto educativo.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Em cima de tudo isso temos uma filha em ensino doméstico mas que para já não tem momentos específicos de aulas. Planeamos e muitas vezes sai tudo furado. Uma(s) noite(s) mal dormida, uma desregulação de uma criança, ou duas, ou 3.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Um adulto frustrado… o importante é sempre trazer perspectiva e ver o plano maior. Somos 5 pessoas quase permanentemente juntas. Vemos o melhor e pior de todos, vemos a sua autenticidade sem filtros e isso é tão intenso. E é bom também. Todos os dias treinamos mais a paciência, como confortar o outro, como o provocar mais e menos. Tentamos ser um porto de abrigo para estas 5 pessoas em cru, para que possam ser sem julgamento. Fartamo-nos de falhar. Há dias maus em que nos zangamos e berramos. Mas voltamos sempre a tentar ser mais pacientes e compreensivos uns com os outros. Isto ao mesmo tempo que planeamos e passeamos. Nem sempre é fácil, quase nunca é fácil, mas vale tanto a pena estes tempos todos em família.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Se quiserem saber mais sobre nós, sobre o nosso projecto ou acompanhar as nossas aventuras, visitem o nosso site: 
    
                    &#xD;
    &lt;a href="http://www.educaremviagem.com"&gt;&#xD;
      
                      
      www.educaremviagem.com
    
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Este artigo faz parte do Volume 8 da Revista CompletaMente, leia a versão online 
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.flipsnack.com/consultoriocompletamente/revista-completamente-volume-8.html?fbclid=IwAR2E9xTOtp5dIKssrNErXlEzJS43kPz7C6Ux6WE4lIC7bPqsHr2AcLWSJsE"&gt;&#xD;
      
                      
    aqui
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  .
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 22 Jan 2023 11:42:05 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Tempo e Identidade</title>
      <link>https://www.completamente.pt/tempo-e-identidade6df6d710</link>
      <description>Ao tempo linear, claro e preciso, que ajuda o indivíduo a organizar-se, subjaz a complexidade e a subjetividade do conceito do tempo.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/jiangxulei1990-feX-KFWRR5o-unsplash-60ccafcb.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Texto por 
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    Catarina Ramalho,
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
   Psicóloga Clínica do Consultório CompletaMente
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    A unidade básica do tempo é o segundo.  É através dos segundos e dos conjuntos de segundos que contamos a vida de um ser humano. Contamos que, com apenas alguns dias, era bebé e chorava. Com 10 meses, deu os primeiros passos em direção aos seus pais. Com 6 anos, fez novos amigos e aprendeu a ler e a escrever. Com uma década, descobriu o programa de televisão preferido. Com 16 anos, experimentou algo que nunca tinha experimentado. Aos 18 anos, tornou-se adulto. Aos 30 anos, mudou de emprego. Aos 40 anos, perdeu algo. Aos 50, viajou por lugares que ainda não tinha conhecido. Aos 90, chegou ao fim da sua vida. Contamos a vida de um ser humano com recurso a números.
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  Ao tempo linear, claro e preciso, que ajuda o indivíduo a organizar-se, subjaz a complexidade e a subjetividade do conceito do tempo. Precisamos de contar, por isso, a sua história tendo em conta as alternâncias, as descontinuidades, as interrupções, as pausas, as roturas, os retornos e as projeções. A relação do ser humano com o tempo é, por esse motivo, intersubjetiva. Podemos até comparar o tempo na vida de um indivíduo com o tempo de um sonho, onde os acontecimentos não ocorrem sequencial-mente. Para contar a sua vida temos, neste sentido, de entender que o passado, o presente e o futuro estão unidos na construção de si mesmo. Se assim não fosse, a própria identidade do homem estaria em causa.
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Para nos ajudar a pensar, vamos olhar para a história da faca de Jeannot (Le Guen, 2007). De acordo com esta história, Jeannot comprou uma faca para si, à qual dá muita utilização. Por isso mesmo, a faca começa progressivamente a desgastar-se. Primeiro, Jeannot muda o cabo. Depois a lâmina. Muda todas as peças, até ter substituído todas as peças originais da faca. Com a passagem do tempo, a faca está totalmente diferente. Surge a questão, será que continua a ser a mesma faca? Ou será que, com o tempo, foi forjada uma nova faca?
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Esta história encontra paralelo com o desenvolvimento humano. Com a passagem do tempo, o corpo altera-se. O corpo do bebé à nascença e o corpo de um idoso no final da vida são absolutamente distintos. A partir da reprodução celular, as nossas células são constantemente renovadas do nascimento até à morte (à exceção das células nervosas).
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/d%C3%BAvidas+dos+pais-2.png" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Apesar destas modificações, existe algo que permite que o ser humano preserve a sua identidade ao longo do tempo. No caso da faca de Jeannot, também esta mantém o mesmo propósito, a mesma estrutura e as mesmas funções. O facto de a faca continuar a ser a faca de Jeannot, mantendo o mesmo valor identitário, permite-nos considerar que se trata do mesmo objeto e não de um novo objeto criado com a passagem do tempo.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      O que permite que a faca de Jeannot continue a ser a mesma faca e, similarmente, o que permite que o ser humano mantenha uma visão de si coesa ao longo do tempo, é um trabalho psíquico e identitário que se inicia na infância e que se mantém ao longo de toda a vida.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Este trabalho possibilita que o indivíduo tenha uma visão sobre si próprio relativamente estável e coesa ao longo do tempo. O individuo conhece-se a si próprio e consegue identificar a sua imagem no espelho. Através do processo contínuo de construção da identidade, ocorre um processo maturativo de autorrepresentação, e o indivíduo concebe-se como ser optante e intencional (Coimbra de Matos, 2002).​ Em casos de patologia, este processo fica comprometido.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Apesar das mudanças e transformações que ocorrem ao longo da sua vida, as pessoas não deixam de se pensar como sendo sempre as mesmas. As memórias de vida, em particular as de infância, refletem a ligação que existe entre as diferentes fases de desen-volvimento.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Quando o ser humano chega ao final da vida, olha para o seu percurso não de uma forma estática e unidimensional, mas sim contemplando diferentes momentos do seu desenvolvimento e a subjetividade com que constrói a narrativa dos acontecimentos da sua vida. Numa estrutura de personalidade que não seja patológica, há um sentimento de continuidade e a possibilidade de se identificar a si próprio ao longo do tempo.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Para poder compreender a sua vida, o ser humano conta o tempo. A vida de um indivíduo é um conjunto de segundos, de minutos, de dias, de semanas, de meses, de anos, de décadas. Contudo, representar o tempo é complexo. O tempo de vida de um ser humano, para além do ponto de vista cronológico, tem invariavelmente um valor simbólico que decorre das vivências de cada um. Apesar das múltiplas transformações que o homem vive, consegue atribuir um significado ao seu tempo e ter uma imagem integrada de si. Com as diferentes alterações e necessidades ao longo do tempo, a faca modificou-se. Com as diferentes vivências e transformações biológicas ao longo da sua vida, também o ser humano se altera. O tempo possibilita perdas e ganhos, mudanças e transformações que são essenciais para o desenvolvimento humano, que são passíveis de ser integradas por possuirmos uma visão única de nós mesmos.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
    Rreferência Bibliografica
  
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
      Coimbra de Matos, A. (2002). Adolescência. Lisboa: Climepsi
    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
      Le Guen C. (2007). Comment ça naît, un moi. Revue française de psychanalyse, 71, 11-26. doi: 10.3917/rfp.711.0011
    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Este artigo faz parte do Volume 8 da Revista CompletaMente, leia a versão online 
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.flipsnack.com/consultoriocompletamente/revista-completamente-volume-8.html?fbclid=IwAR2E9xTOtp5dIKssrNErXlEzJS43kPz7C6Ux6WE4lIC7bPqsHr2AcLWSJsE"&gt;&#xD;
      
                      
    aqui
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  .
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/jiangxulei1990-feX-KFWRR5o-unsplash-60ccafcb.jpg" length="801424" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 22 Jan 2023 10:46:11 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.completamente.pt/tempo-e-identidade6df6d710</guid>
      <g-custom:tags type="string">psicologia,tempo</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/jiangxulei1990-feX-KFWRR5o-unsplash-60ccafcb.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Clepsidra e o Gato</title>
      <link>https://www.completamente.pt/clepsidra-e-o-gato06b11972</link>
      <description>São memórias afetivas suficientemente boas, de tempos em que valeu a pena viver e esperar, que nos permitem sacudir dos olhos o tempo perdido, continuar a sonhar e mergulhar no olhar sobre a nossa própria verdade do tempo.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/image_6483441.JPG" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
    Texto por
    
                      &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
        Ana Mourato Ramos
      
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
    , Psicóloga Clínica e da Saúde e Psicoterapeuta
  
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Sem tempo não existimos. Nada se vive e se faz sem tempo. Ele habita-nos por dentro e por entre as nossas vidas. Há muitos tempos, tantos quanto os diferentes olhares sobre o mundo.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A forma mais antiga de ter a perceção do tempo foi a de olhar para o sol, enquanto ele se cruzava nos céus, e compreender as sombras. Um tempo-luz orientador como aquele que é desenhado pelo nosso desejo.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Antes ainda do relógio de areia ou do silencioso e iluminador relógio de fogo, surgiu o relógio de água ou clepsidra como a segunda criação da humanidade para medir o tempo. Clepsidra, é também uma obra poética de Camilo Pessanha, onde podemos encontrar um olhar de quem quer viajar para um além-tempo. Um tempo que se desvanece em águas passadas, em que a temporalidade resulta na permanente desilusão de que a morte é o escopo de tudo.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Ainda nesta obra entre “a escuta do correr da água”, podemos ver metáforas para o tempo que se vive como se ele fosse um “ladrão das águas”. Klep do grego é um roubo e hydra é a água ou a serpente de muitas cabeças, que mora num pântano. Clepsidra pode, por isto, colocar-nos perante a ideia da fragilidade humana nos tempos.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A pressão da água do relógio clepsidra influenciava a precisão do tempo. Há, de facto, toda uma subjetividade do tempo que também pode ser influenciada pela pressão para vivê-lo, pelo medo, pelo desejo, pelo entusiasmo ou pelas ausências. Neste sentido, o tempo, na sua dimensão intangível, será mais de clepsidra do que relógio moderno.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Neste “correr das águas”, o gato rouba muitas horas ao tempo para dormir. Subtil, move-se vagaroso. É enigmático como o tempo futuro, sensível como o tempo subjectivo que nos habita, ora desapressado, ora fugaz como o tempo-memória e também é, em parte, ritualizado como o tempo-relógio moderno.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/image_6483441-2.JPG" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Um ser de silêncios, o gato é afetivo, caviloso e de mistérios infindáveis, como a vida. Como os tempos que não conhecemos: alguns do passado e os vindouros.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Ladrão do tempo, este felino é independente, delicado e guardião de sonhos, daqueles que transcendem as horas, os dias e as noites e que não olham a relógios. Descobrir e desfrutar a companhia do gato pode ser como arriscar-se a explorar o que não se conhece e a aceitar que nem sempre o outro nos consegue dar o que se precisa ou deseja. Que nem sempre conseguimos dar o que o outro espera. Que é tempo de embarcarmos nas águas com a coragem de vivermos a surpresa e de lidarmos com o que nos pode frustrar. Que podemos ter sempre tempo, mas que também não o devemos dilapidar. E que, quer os encontros, quer os desencontros são matéria prima infindável para a vida e para todos os sonhos.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Entre o que não cessa e o que não surge, existe a espera. Na espera vive-se um tempo memória que desenha um tempo futuro. O tempo presente vai bosquejando um futuro. “Quem espera sempre alcança” e vive nessa esperança.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Há pessoas que contam os minutos para o que desejam que chegue, suspendendo parte do resto das suas vidas. Outras vão conseguindo viver, cruzando os vários tempos num compasso de ritmos entre a espera e o desfrutar do que já existe, no presente. Algumas podem ainda sucumbir ao medo que têm perante o que pode nunca chegar, desistindo. Ou ao medo que existe daquilo que o tempo pode trazer.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    É o tempo-memória que vai possibilitando o desejo do encontro e da criação. São memórias afetivas suficientemente boas, de tempos em que valeu a pena viver e esperar, que nos permitem sacudir dos olhos o tempo perdido, continuar a sonhar e mergulhar no olhar sobre a nossa própria verdade do tempo.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Este artigo faz parte do Volume 8 da Revista CompletaMente, leia a versão online
  
                    &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.flipsnack.com/consultoriocompletamente/revista-completamente-volume-8.html?fbclid=IwAR2E9xTOtp5dIKssrNErXlEzJS43kPz7C6Ux6WE4lIC7bPqsHr2AcLWSJsE"&gt;&#xD;
      
                      
    aqui
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  .
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/image_6483441.JPG" length="64030" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 22 Nov 2022 15:02:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.completamente.pt/clepsidra-e-o-gato06b11972</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/image_6483441.JPG">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Quando procurar um Psicomotricista?</title>
      <link>https://www.completamente.pt/quando-procurar-um-psicomotricistaf77a4e2d</link>
      <description>O Psicomotricista trabalha com crianças e jovens focando-se em todos os aspetos do seu
desenvolvimento: cognitivo, motor e emocional.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-antonius-ferret-5275303.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    O Psicomotricista trabalha com crianças e jovens focando-se em todos os aspetos do seu desenvolvimento: cognitivo, motor e emocional.
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    
                    
  Em que situações deve procurar um Psicomotricista? Existem alguns sinais de alerta aos quais deve estar atento:
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;ul&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
      Alterações na Motricidade Fina (pegar no lápis/caneta/pincel, encaixar peças, recortar, dificuldades em manipular os objetos);
      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
      Dificuldades de Organização da escrita/desenho (não imita grafismos simples, desenhos simples e com poucos elementos, falta de interesse no grafismo, utiliza quase sempre a mesma cor, dificuldades na representação da figura humana);
      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
      Alterações da coordenação motora (subir e descer escadas ou obstáculos, dificuldades em receber ou mandar/chutar uma bola);
      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
      Dificuldades em tarefas que requerem equilíbrio (dificuldades a correr ou saltar);
      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
      Dificuldades de autorregulação (comportamentos frequentes de birras ou agressivos, dificuldades em aceitar alterações na rotina ou em cumprir regras);
      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      
                      
      Dificuldades de aprendizagem (Disgrafia, Discalculia, Dislexia, entre outros);
      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
    &lt;li&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
        ﻿
      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      
                      
      Dificuldades na organização de uma brincadeira (dificuldade em explorar a brincadeira, empermanecer na mesma brincadeira durante algum tempo);
      
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/li&gt;&#xD;
  &lt;/ul&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-antonius-ferret-5275303.jpg" length="191042" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 22 Nov 2022 14:50:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.completamente.pt/quando-procurar-um-psicomotricistaf77a4e2d</guid>
      <g-custom:tags type="string" />
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-antonius-ferret-5275303.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O que é um minuto?</title>
      <link>https://www.completamente.pt/o-que-e-um-minuto59c6052a</link>
      <description>As crianças precisam de tempo exclusivo e autónomo (Belloni, 1994), sem interrupções ou intervenções da nossa parte. Tempo para serem crianças, como tão bem é formalizado pelo artigo 31 da Convenção sobre os Direitos das Crianças.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-1071816.jpeg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Texto por
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
        Patrícia Santos
      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      
                      
      , 
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
                    
    Investigadora em Sociologia, sócia-fundadora do Atelier 3 – eu, nós e o mundo
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      O tempo está por todo o lado. Organizado em anos, meses, semanas, dias, horas, minutos e segundos. Está por todo o lado e estamos enganados se pensamos que não é importante para as crianças.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      O meu filho veio ao mundo e eu já o fazia adaptar-se aos tempos de mamar recomendados por uma enfermeira pouco recomendável.
      
                      &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Mais tarde, vieram as expressões quase diárias: “está na hora de irmos”, “despacha-te senão chegamos tarde”, “tens de esperar algum tempo”. O tempo na minha boca, na boca de familiares e amigos, na boca da educadora e das auxiliares, na boca dos estranhos na rua.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Um tempo controlado por relógios que ainda não sabem como funcionam, calendários que são ótimos para reconhecer os números, alarmes que são engraçados se têm som de passarinhos, agendas que servem para fazer desenhos quando estão aborrecidos num restaurante.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Um minuto” como uma resposta constante a “mãe, podes vir brincar comigo?”, “mãe, dás-me alguma coisa para comer?”, “mãe, olha aqui o que eu fiz!”. E, embora seja um conceito supostamente concreto, o meu filho de cinco anos já percebeu que um minuto raramente é um minuto. [Por vezes, já sou eu a ouvir “só um minuto” e já sei que é tempo de esperar.]
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      As crianças, tal como os adultos, têm um saldo diário de 24 horas por dia e, tal como a maioria dos adultos, muitas horas passadas em atividades não escolhidas livremente.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Um tempo marcado pela escola, passado em salas de aula, a fazer trabalhos de casa, a frequentar atividades escolares e extracurriculares, dentro da própria escola ou com uma lógica planificada e organizada (Mendes e colegas, 2019). De segunda a sexta-feira, em casos extremos, as crianças podem estar em atividades pensadas por adultos das 8h às 18h.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-671549.jpeg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    O tempo das crianças é assim, em grande parte, gerido por nós. Dependente das nossas rotinas e trabalhos (Moreira, 2010), mas também daquilo que nos parece um investimento num futuro desejável para os nossos filhos. Mesmo o tempo livre tem pouco de livre. Muitas vezes, é formal, planificado, tem uma dimensão educativa tão desejada.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Mas o tempo das crianças e de ser criança nem sempre é compatível com a nossa agenda e intenções, com este “tempo apressado” (Silva, 2011).
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Precisam que os adultos esperem por elas, sem pressas, para se envolverem intensamente numa brincadeira, para se surpreenderem e, com isso, desenvolver outras aprendizagens, outras sensações, outras formas de se expressar e até de diluir tensões (Araújo &amp;amp; Duque, 2012).
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Tal significa, antes do mais, desorganizarmos (nem que seja um pouco) o tempo das crianças. Trazer para o dia-a-dia jogos e brincadeiras espontâneos, construções demoradas, disfarces elaborados – como o vizinho mexicano que dançava todos os domingos na nossa casa quando não podíamos sair dela - aventuras inusitadas ou momentos de se aborrecer. Significa também liberdade para que as crianças possam escolher como usar o seu tempo. Ter um tempo verdadeiramente delas, usando-o para fazer o que gostam ou simplesmente nada fazer.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Em outro nível, significa que a sociedade deve abrir espaço no tempo programado, atenuando os constrangimentos que nos levam a correr com as nossas crianças de um lado para o outro, sem demoras, com ansiedade. Significa também destemporizar-me. Contrariar as minhas e as outras pressas e tarefas que vão ocupando, com intensidade crescente, os dias da minha vida. Afinal, um minuto pode ser tão longo. “Mãe, no outro dia adormeci ao ouvir o pai ler a história e passado dois minutos acordei e já era de dia”.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Talvez se dermos às crianças tempo, elas poderão, enquanto adultas, melhor gerir o tempo para si, para fazer o que gostam, para estar com os outros, para respeitarem mais o tempo dos outros. Ao contrário de muitas e muitos de nós.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Este artigo faz parte do Volume 8 da Revista CompletaMente, leia a versão online 
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.flipsnack.com/consultoriocompletamente/revista-completamente-volume-8.html?fbclid=IwAR2E9xTOtp5dIKssrNErXlEzJS43kPz7C6Ux6WE4lIC7bPqsHr2AcLWSJsE" target="_top"&gt;&#xD;
      
                      
    aqui
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  .
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-photo-1071816-0cb913db-c84a3c18-26f17e01-ff1ef6fd-8fbfff0c-2fbf9d98.jpeg" length="379481" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 06 Nov 2022 10:45:28 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.completamente.pt/o-que-e-um-minuto59c6052a</guid>
      <g-custom:tags type="string">tempo,crianças,educaçao,parentalidade</g-custom:tags>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-photo-1071816-0cb913db-c84a3c18-26f17e01-ff1ef6fd-8fbfff0c-2fbf9d98.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>5 Mitos sobre criatividade</title>
      <link>https://www.completamente.pt/5-mitos-sobre-criatividade4db32890</link>
      <description>CRIATIVIDADE - uma palavra que recentemente parece ter invadido as nossas conversas quer se fale de educação, de inovação profissional ou desafios pessoais. Mas afinal, o que é isso de criatividade?</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-charles-parker-5859225.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Texto por 
    
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
        Ana Ribeiro
      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
     professora de Artes Visuais, designer de comunicação e autora do projeto 
    
                    &#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;a href="https://www.facebook.com/um.artista.ai.em.casa" target="_top"&gt;&#xD;
          
                          
          Um Artista aí em Casa.
        
                        &#xD;
        &lt;/a&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
      CRIATIVIDADE
    
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
     - uma palavra que recentemente parece ter invadido as nossas conversas quer se fale de educação, de inovação profissional ou desafios pessoais. Mas afinal, o que é isso de criatividade?
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Vou partir da definição de Sir Ken Robinson - “A Criatividade é o processo de ter ideias originais que tragam valor.” - reforçando a ideia de processo (nunca a criatividade é um ato único e isolado) e de valor (não basta ter uma ideia original, para que seja criativa esta ideia deverá acrescentar algo, solucionar um problema, resolver um desafio.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A criatividade tornou-se uma palavra comum mas continua envolta em mitos que não ajudam a perceber a importância que tem esta competência nas nossas vidas. Vamos olhar para eles.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    1º mito. "Criatividade é o mesmo que Imaginação"
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A imaginação é a capacidade de formar imagens mentais, representações internas que normalmente são visuais. Imagina que…. e as imagens começam a formar-se na nossa cabeça. Dizemos que alguém tem imaginação fértil quando é rico na criação destas imagens mentais.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A criatividade é o processo de ter ideias originais que acrescentem algo.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A criatividade faz normalmente uso da imaginação, mas vai mais além pois imagina com vista a uma solução inovadora. Pessoas criativas tendem a ter grande imaginação.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    E a utilizar imagens mentais como uma das ferramentas para criar. Nem todas as pessoas com grande imaginação são criativas. A imaginação pode ser um simples acto de fantasiar. A criatividade resolve desafios concretos de forma original.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
      A Criatividade é o mesmo que imaginação?
    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Não. A criatividade utiliza a imaginação (criação de imagens mentais) como uma ferramenta ao serviço da criação de algo útil.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    2º mito. "Criatividade é o mesmo que Originalidade"
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  Algo original é algo que ainda não foi feito, inventado. É algo que não é copiado.
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      A criatividade é o processo de ter ideias originais, soluções novas. Mas para serem verdadeiramente criativas não basta serem diferentes, devem acrescentar algo, trazer algum valor à novidade. A criatividade é sempre original mas algo pode ser original, diferente, sem ser criativo. Uma solução pode ser original e descabida, não solucionando de forma criativa um problema. Uma pessoa pode ser original por ser diferente da norma sem ser necessariamente criativa.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
        A Criatividade é o mesmo que Originalidade?
      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Não. A criatividade é a criação de algo original, mas não basta ser original, terá de trazer valor.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-3933259.jpeg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
    ﻿
    
                      &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
                        
      3º mito. "A Criatividade é fruto da inspiração"
      
                        &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
        A criatividade é um processo, não um momento único de inspiração. As ideias originais não nascem do nada, não caem do céu. A criatividade é fruto de trabalho, de um caminho em que experimentamos, arriscamos, erramos e porque nos permitimos falhar continuamos até chegar a alguma ideia original que traga valor. Nesse caminho há muito que nos inspira, que absorvemos e deixamos que nos influencie no processo de ter ideias originais.
      
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
        A ideia do génio, do artista que cria por inspiração vem da antiga Grécia em que os poetas eram considerados profetas com uma ligação direta aos deuses que os inspiravam através das suas musas.
      
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
        A Criatividade é fruto da inspiração?
      
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
        Não, é fruto de trabalho. Mas quanto mais e melhores fontes de inspiração tivermos maior é a probabilidade de sermos criativos.
      
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    4º mito. A Criatividade é uma característica exclusiva das artes
  
                    &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  .
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A Criatividade não é do domínio das artes nem uma característica exclusiva dos artistas. É uma característica dos seres humanos, aplicável às diferentes áreas em que se movem. Soluções originais e de valor existem tanto nas artes como nas ciências. Einstein não foi menos criativo que Picasso. Steve Jobs não foi menos criativo que Dali.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Uma pessoa criativa será sempre alguém mais capaz de dar resposta a um mundo em mudança, às adversidades da vida, ao inesperado. Um adulto criativo é aquele que tem a flexibilidade mental suficiente para se adaptar e encontrar soluções originais, de valor seja para um grande desafio profissional seja numa área pessoal. Um adulto criativo é o que mantém a capacidade de arriscar, de brincar. Um adulto criativo não tem medo do erro nem do sucesso.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
      A Criatividade é uma característica exclusiva das artes?
    
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Não, é uma característica do ser humano e serve para dar resposta a um mundo que está em constante mudança.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
                      
    5º mito. "A criatividade nasce com algumas pessoas"
    
                      &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Genericamente não há uns privilegiados que nascem criativos e uns coitados que não nascem com este gene. Todas as crianças têm um enorme potencial criativo. E muitos adultos perdem esta competência ao longo da vida.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Porque é uma criança potencialmente criativa? Porque tem uma capacidade incrível de imaginar e não tem problemas em arriscar e contrariar aquilo que é a nossa lógica funcional e racional. Porque deixam tantas pessoas de ser criativas? Em parte porque o modelo de escola que temos penaliza o erro e desvaloriza a experimentação. Crescemos aprendendo a pensar todos da mesma maneira. Deixamos de utilizar a imaginação, deixamos de nos desafiar e tornamo-nos em adultos pouco criativos.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
        A criatividade nasce com algumas pessoas?
      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Não, todas as crianças nascem com um enorme potencial criativo. Cabe-nos alimentá-lo para que se mantenham adultos criativos.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Este artigo faz parte do Volume 7 da Revista CompletaMente, leia a versão online 
  
                    &#xD;
    &lt;a href="https://www.flipsnack.com/consultoriocompletamente/revista-completamente.html?fbclid=IwAR38lxsFl3IF6TIsIbwFQ5mYqwdUJl2TdzJYguWgB8oDq8An_sZahnYr2L0" target="_top"&gt;&#xD;
      
                      
    aqui
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  .
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-charles-parker-5859225.jpg" length="138526" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 31 Oct 2022 15:54:45 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.completamente.pt/5-mitos-sobre-criatividade4db32890</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-charles-parker-5859225.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O tempo de cada um</title>
      <link>https://www.completamente.pt/o-tempo-de-cada-um</link>
      <description>Somos seres únicos! E como tal, temos a nossa própria personalidade, história de vida, composição genética e contextos específicos de aprendizagem. O mesmo acontece no mundo infantil.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-cottonbro-3661452.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Texto por 
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
      Ana Viera 
    
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
  e 
  
                    &#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
      Patrícia Guinapo
    
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    
                    
   Terapeutas da Fala do Consultório CompletaMente
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Somos seres únicos! E como tal, temos a nossa própria personalidade, história de vida, composição genética e contextos específicos de aprendizagem. O mesmo acontece no mundo infantil. Cada criança tem a sua forma de interagir e de se desenvolver, é nesse sentido que surge a frase “cada um tem o seu tempo”. Mas, poderá ser sempre assim?
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Uma expressão comumente utilizada, nos mais diversificados contextos que gera algum cuidado e atenção.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Afinal cada criança tem sim o seu tempo, no sentido em que se desenvolve de acordo com as suas características especificas, ambientes a que é exposta e situações que experiencia.
    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Porém, esse tempo obedece a uma curva de desenvolvimento típico, padronizada por etapas de desenvolvimento. O desenvolvimento da criança depende de vários fatores, que influenciam a aquisição das diferentes metas de desenvolvimento, sendo assim, algumas crianças andam mais cedo, outras demoram um pouco mais para falar e na maioria das vezes isso não representa um problema.
    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
      Mas até quando se deve esperar?
      
                        &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    As modificações evolutivas e progressivas pelas quais as crianças passam, apresentam um intervalo de normalidade para serem alcançadas, mas isso não significa que cada um tenha o seu próprio tempo indefinidamente. Quando a criança não adquire competências básicas de linguagem, dentro do tempo considerado padrão é necessário redobrar a atenção. Um atraso muito prolongado pode indicar que essa criança precisa de estimulação para se desenvolver corretamente e algumas vezes os estímulos familiares/escolares não são suficientes.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;p&gt;&#xD;
        
                        
        Quando procurar ajuda?
      
                      &#xD;
      &lt;/p&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;i&gt;&#xD;
  &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Certamente não devemos comparar as crianças da mesma idade, nem entrar em desespero porque a criança não atingiu determinada etapa do desenvolvimento, mas devemos estar em alerta quando existirem atrasos distintos e prolongados. O rastreio e diagnóstico desses atrasos permitem o encaminhamento da criança para equipas de intervenção especializadas.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    No caso da Terapia da Fala, a intervenção precoce centra-se na promoção de uma comunicação eficaz e funcional da criança, contribuindo positivamente para a sua participação e interação social. A idade não deve ser um fator determinante para procurar, ou não, um Terapeuta da Fala, mas sim as dificuldades que a criança pode apresentar ainda antes dos 3 anos. Isto é fundamental para que seja desenvolvida uma abordagem funcional, direcionada à problemática com o objetivo de atingir melhorias rápidas com menor prejuízo na qualidade do desenvolvimento global da criança. Trata-se de um apoio dirigido à criança e à família interveniente, que atua perante os primeiros sinais de desenvolvimento que se afastam daquilo que é considerado aceitável.
    
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
        E porque é que o envolvimento dos Pais e Educadores é tão importante?
      
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  
                  
  Comunicar implica um processo dinâmico que é moldado por fatores intrínsecos à criança e à sua interação com o ambiente. Sendo um processo contínuo, a colaboração dos Pais e de todos os envolvidos no quotidiano da criança é essencial e decisiva no decurso das aquisições e aprendizagens. É importante conhecer e compreender as competências, as necessidades e o perfil de funcionamento da criança para que o trabalho possa ser enquadrado e adaptado. No fundo, possibilita uma passagem de informação contínua, aumentando a compreensão dos seus comportamentos e necessidades, através do apoio, partilha de recursos e treino orientado para que todos os momentos de interação da criança e intervenientes possam ser mais eficazes.
  
                  &#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  
                  
  ﻿
  
                  &#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
                    
    A deteção e intervenção ao nível das alterações na comunicação, quando realizada o mais precoce possível permite em primeira instância, reduzir o impacto desta alteração na vida da criança. Por exemplo,
    
                    &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
                    
    no caso de uma criança que omite ou substitui um som por outro, a intervenção irá facilitar a melhoria na produção e expressão do som, o que poderá reduzir o tempo de intervenção, pois a criança aprende mais cedo a forma correta de o produzir e a consolidação do mesmo.
  
                  &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
                    
    Por outro lado, permite maximizar o sucesso da comunicação que tem com os outros, evitando experiências de interações fracassadas e frustrantes.
  
                  &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Este artigo faz parte do Volume 8 da Revista CompletaMente, leia a versão online
  
                    &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.flipsnack.com/consultoriocompletamente/revista-completamente-volume-8.html?fbclid=IwAR2E9xTOtp5dIKssrNErXlEzJS43kPz7C6Ux6WE4lIC7bPqsHr2AcLWSJsE" target="_top"&gt;&#xD;
      
                      
    aqui
  
                    &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    
                    
  .
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-cottonbro-3661452.jpg" length="183772" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 23 Oct 2022 14:59:29 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.completamente.pt/o-tempo-de-cada-um</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-cottonbro-3661452.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Nascidos para Aprender</title>
      <link>https://www.completamente.pt/nascidos-para-aprender</link>
      <description>Assim que nascem, os recém-nascidos têm um apetite voraz por aprender. Começam por aprender a comunicar através do choro para ver as suas necessidades mais básicas satisfeitas e passam o primeiro ano em experiências de tentativa e erro para melhor controlarem o seu corpo e chegarem a sítios e manipularem coisas.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/md/pexels/dms3rep/multi/pexels-photo-2790771.jpeg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
      Texto escrito
    
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
      por
    
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
                          
        Joana Vaz,
      
                        &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;i&gt;&#xD;
        &lt;/i&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;i&gt;&#xD;
        
                        
      Especialista em Saúde Pública.﻿
    
                      &#xD;
      &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    Numa das visitas à minha avó ela perguntou-me se a minha filha (5 anos) gostava da escola, ao que eu respondi “claro que gosta, farta-se de brincar”. Mas a minha avó insistiu, “mas gosta assim das coisas da escola?" Aí fiquei ligeiramente confusa, o que seriam as “coisas de escola” para uma criança de 5 anos para além de fazer aprendizagens significativas através da brincadeira? Ela elaborou dizendo, “coisas de escola, sabes, como números e letras, essas coisas…”. Ok já estava a ver onde ela queria chegar. Essa separação de “conteúdos muitos importantes para a vida” e “aprendizagens em contexto e com diversão” faz-me muita comichão.
  
                    &#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Não questiono a importância da literacia e numeracia básicas, mas quem inventou uma hierarquia de aprendizagens?Ou que as aprendizagens mais académicas são mais essenciais que as motoras, as sociais, as culturais. Quem é que inventou que sentadinhos e com um adulto a falar é que se aprendia? (Reparem falo em aprender e não ensinar, porque estão longe de ser sinónimos).
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Comecemos do início. Assim que nascem, os recém-nascidos têm um apetite voraz por aprender. Começam por aprender a comunicar através do choro para ver as suas necessidades mais básicas satisfeitas e passam o primeiro ano em experiências de tentativa e erro para melhor controlarem o seu corpo e chegarem a sítios e manipularem coisas. Ao mesmo tempo vão aprendendo sobre expressões faciais, emoções, causa-efeito, sons e sabores, para dar alguns exemplos. Se pensarmos na linguagem, quando chegam aos 2-3 anos a maior parte das crianças
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    fala pelo menos uma língua fluentemente, sem ninguém se ter sentado com elas para que aprendessem. Como pais, não teríamos tempo nem paciência para um processo tão fastidioso, e ao que parece também não é preciso um professor dedicado para que esta aprendizagem e muitas outras, ocorram.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Um bom exemplo desta aprendizagem orgânica e não orientada são as experiências de Sugata Mitra, um cientista computacional e educador Indiano. Em 1999, ele instalou um computador com acesso à internet numa parede das favelas de Nova Deli para ver o quanto as crianças aprendiam por si mesmas sem a ajuda de um professor.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Depois observou como elas reagiam. Nenhuma delas tinha visto um computador antes, pouco iam à escola, nem sabiam inglês, a língua em que estava o motor de pesquisa da internet. Passadas horas perceberam o que podiam fazer com o computador e começaram a aprender uns com os outros. Jogaram jogos, gravaram a sua própria música e surfaram a internet como profissionais. Esta experiência foi repetida pela Índia fora em diferentes contextos e pelo mundo fora. Esta, juntamente com outras e mais desafiantes experiências (nomeadamente uma que em crianças de 12 anos aprenderam sozinhas sobre biotecnologia) levaram Sugata à conclusão que as crianças aprenderão o que elas quiserem intencionalmente aprender.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Então voltemo-nos para a generalidade das escolas. Não há dúvidas que as crianças são aprendizes naturais, então porque é que tantas têm as mais diversas dificuldades no seu percurso escolar? Porque é que tantas consideram a escola aborrecida? Estes parecem-me ser os principais motivos que se intensificam à medida que se avança no percurso escolar:
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Primeiro, o modo de aprendizagem é maiorita-riamente verbal e matemático. Os alunos escrevem, calculam e debatem com os professores. Vem-me à cabeça a imagem de um grande cérebro transportado por umas pernas atrofiadas de um lado para o outro.S
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Segundo, o currículo é um “corpo” de material pré-definido por alguém como sendo “conhecimento essencial para a vida de todos” para ser aprendido em blocos separados (disciplinas) e muitas vezes sem contexto. Como se na vida a ciência não se interligasse com a educação física, por exemplo. Terceiro, há testes. Demasiados testes sem benefícios diretos para os alunos (porque estes não garantem aprendizagem) e perde-se muito tempo a preparar para eles. Quarto, a aprendizagem tem que ser feita ao mesmo ritmo por todos os alunos e a real  capacidade de diferenciação na apren-dizagem escolar é muito limitada.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    O dia na maioria das escolas está organizado em blocos de tempo, por grupos de idade, por pura conveniência adulta, não por assentar em qualquer evidência científica que assim é como os alunos aprendem melhor. É assim por legado do passado (industrialismo e cultura intelectual derivada da Academia de Platão e da época do Iluminismo). No entanto, estes rituais organizacionais e hábitos intelectuais em vigor não refletem adequa-damente a grande diversidade de talentos dos alunos.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Todos os estudantes têm habilidades naturais fantásticas e o segredo para as desenvolver é ir mais além do “academicismo” é mudar para sistemas que sejam personalizáveis para as habilidades reais de cada aluno. Até porque hoje em dia se pode personalizar tudo, os carros, os telemóveis, as apps, as roupas, o cabelo, a comida, a página do facebook, até a medicina tende a ir por esse caminho. É irónico que esta personalização ainda não seja feita na educação.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/blog.png" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/photo-1551887373-6edba6dacbb1.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Voltemos ao início, as crianças aprendem a brincar, a explorar. A brincadeira livre tem um papel fundamental em várias fases da vida, em especial no desenvolvimento físico, emocional, social e intelectual das crianças e a sua importância é reconhecida em todas as culturas. Peter Gray, um investigador e psicólogo americano, afirma que de uma perspectiva de biologia evolucionária, brincar é a maneira natural de garantir que os jovens mamíferos, incluindo os seres humanos, adquiram as competências necessárias para se desenvolverem em adultos (funcionais e maduros).
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    É através da brincadeira livre que as crianças aprendem a fazer amigos, ultrapassam medos, resolvem os seus próprios problemas e de uma maneira geral assumem controlo sobre a sua própria vida. Um dos problemas que este investigador aponta é que ao longo das décadas os dias escolares se tornaram mais longos, há cada vez menos oportunidade de brincadeira livre ao longo do dia e os “trabalhos de casa” também invadiram as casas e a vida familiar. O recreio é muitas vezes considerado como um bem menor e de entretenimento entre as aulas realmente importantes.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    A perda da brincadeira livre pode não matar o corpo físico, como mataria a falta de água, ar ou alimento, mas mata o espírito e atrasa o desenvolvimento mental. Nada do que façamos, nada do que compremos, nem “tempos de qualidade” ou atividades extracurriculares vão compensar a falta de liberdade que têm nessa brincadeira livre e sem orientação de adultos.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Um ponto de partida para a mudança de mentalidades nos educadores (de universidades, escolas básicas, secundárias e primárias até mesmo desenvolvimento profissional) seria incentivá-los a procurar o melhor jardim de infância da sua zona e passar por lá algum tempo a aprender como fazem esses educadores. Porque é muitas vezes nos jardins de infância que o aprender
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    natural é mais praticado e respeitado. Porque não aprender assim a vida toda?
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Pessoalmente tenho a perfeita noção que houve muito conteúdo escolar que eu consegui fingir que sabia através dos testes, porque tinha facilidade em
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    memorizar para estes, mas na realidade não o aprendi. Quando quis aprender certo conteúdo, fui pesquisar sozinha, no meu tempo, com as minhas perguntas e aí sim a informação ficou. Como dizia Arthur C. Clarke, quando há interesse, a educação acontece.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 18 Oct 2022 15:10:24 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>“O meu bebé nasceu antes do tempo, e agora!?”</title>
      <link>https://www.completamente.pt/omeu-bebe-nasceu-antes-do-tempo-e-agorad84e8614</link>
      <description>Vários estudos, apontam que podem ocorrer problemas no desenvolvimento do bebé prematuro, nomeadamente, imaturidade pulmonar, deficiências auditivas, visuais, perturbações neurológicas, paralisia cerebral, dificuldades sensoriais e dificuldades de aprendizagem.</description>
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/pexels-pixabay-265987.jpg" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;i&gt;&#xD;
      
                      
    Texto escrito por Ana Vieira, Patrícia Guinapo Terapeutas da Fala do Consultório CompletaMente e Rute Madeira para o volume 5 da Revista CompletaMente.
  
                    &#xD;
    &lt;/i&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    O período pré-natal é um período de descoberta, idealização, sonho e expectativa. Durante este período temos a oportunidade de conhecermos as pessoas por trás dos pais, antes do nascimento do seu bebé. Esta é uma ocasião favorável ao estabelecimento de uma aliança, demarcando o nosso papel como parte do seu sistema de suporte. É também um período caracterizado por algumas dúvidas, receios e também por sonhos que levam a questões frequentes, “como será o meu bebé?”, “será o meu bebé forte e saudável?”, “sonhei que o meu bebé tinha pernas e pés enormes, fiquei angustiada”, “serei um (a) bom/a pai/mãe?”. Estamos perante uma fase de expectativa e idealização, o bebé imaginado. Aquando o nascimento, surgem as primeiras preocupações parentais que passam pelo estado de saúde do(s) seu(s) filho(s). Os pais precisam de saber que o seu filho se encontra bem de saúde, é saudável.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    É na descoberta das características de cada bebé, o género, a cor, o temperamento etc, que os pais atribuem significado e começam a substituir a imagem criada, os filhos idealizados na sua imaginação, pelo bebé real que nasceu.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    E se este período da vida está recheado de novos e constantes desafios, no paradigma de que 1+1=3 e no que isso implica na rotina familiar, como será para os pais de bebés que nascem prematuros?
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    O impacto que a prematuridade terá no desenvolvimento de cada bebé, constitui uma preocupação, uma vez que muitos órgãos e sistemas organicos estão subdesenvolvidos ou pouco amadurecidos. O recém-nascido prematuro pode ter dificuldade em respirar e alimentar-se e está suscetível a hemorragias cerebrais, infeções e outros problemas.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
                    
    Vários estudos, apontam que podem ocorrer problemas no desenvolvimento do bebé prematuro, nomeadamente, imaturidade pulmonar, deficiências auditivas, visuais, perturbações neurológicas, paralisia cerebral, dificuldades sensoriais e dificuldades de aprendizagem. No domínio psicológico podemos encontrar bebés com menos competências sociais e comunicativas, facto este que compromete a própria vinculação. Existe um risco acrescido no desenvolvimento do bebé prematuro (quanto mais prematuro e com menor peso nascer o bebé, maior é esse risco = imaturidade), mas não podemos, contudo, considerar linear que a prematuridade comprometa necessariamente o desenvolvimento da criança ao longo da sua trajetória de vida.
  
                  &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/99d78bed/dms3rep/multi/POST+ERRAR+E+PRECISO-3.png" alt="" title=""/&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Existem outras variáveis que contribuem e desempenham um papel determinante para o agravamento ou minimização das condições adversas, nomeadamente a assistência médica, as condições familiares, o contexto e o acompanhamento dado à criança durante o seu desenvolvimento. A deteção e acompanhamento precoce e detalhado dos problemas relacionados com o recém-nascido prematuro e de risco, podem minimizar potenciais problemas e sequelas. Assim,
      
                      &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      o recém-nascido prematuro e a sua família deverão ser acompanhados por uma equipa multidisciplinar constituída por um Neonatologista, Pediatra do Desenvolvimento, Nutricionista, Terapeuta da Fala, Psicólogo, Terapeuta Ocupacional e Fisioterapeuta que trabalham em conjunto
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
                      
      e articulam entre si e com as famílias todo o plano de diagnóstico e intervenção nos recém-nascidos de risco acrescido.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      A parentalidade, assume-se como uma tarefa exigente, que envolve um conjunto de adaptações e mudanças constantes, e por esse motivo, encontra-se por vezes associada a uma vivência geradora de algum stress.
      
                      &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Quando associamos a parentalidade à imprevisibilidade de um nascimento prematuro e/ou ao internamento de um bebé, logo após o nascimento, o seu impacto quer físico, quer emocional aumenta de forma significativa.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      N
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
                    
    este sentido a alta hospitalar é num momento de grande expectativa para a família, principalmente para aquela que deverá receber no seu meio o bebé prematuro, pois este, com suas peculiaridades, necessitará de um cuidado mais intenso, criando, nos pais, preocupações na competência de cuidar. Cabe à equipa de saúde e rede familiar, nesse momento, estar preparada, organizada e competente para auxiliar no processo de transição em que os pais se encontram, orientando-os na responsabilidade e dedicação frente ao estado de saúde do bebé.
    
                    &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Os pais de crianças prematuras são considerados população de risco, por apresentarem dificuldades em cuidar deles, necessitando de apoio durante o internamento e mesmo após a alta hospitalar. Esse apoio, após alta, poucas vezes é disponibilizado e os pais sentem-se desamparados, ansiosos, com medo, angustiados e com receio de enfrentar esta nova etapa.
      
                      &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      No pós-parto e ao longo do desen-volvimento da criança, é igualmente importante um acompanhamento por parte de pediatras e técnicos (psicólogos e terapeutas da fala), no sentido de detetar situações que careçam de avaliação e apoio, tanto à criança como aos pais.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      Em Portugal, normalmente as crianças são acom-panhadas por uma consulta de desenvolvimento, mas visto que este pode apresentar riscos,
      
                      &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      é necessário haver um acompanhamento não só das crianças como também das respetivas famílias
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
                      
      , com vista a esclarecer dúvidas e fazer compreender esse desenvolvimento, melhorando assim o seu nível de informação e formação sobre temáticas relacionadas com a saúde, desenvolvimento e aprendizagem do seu filho.
    
                    &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
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  &lt;a href="https://www.flipsnack.com/revistacompletamente/revista-completamente-volume-5.html" target="_blank"&gt;&#xD;
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                    Este artigo faz parte do Volume 5 da Revista CompletaMente, leia a versão online 
  
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      <pubDate>Tue, 18 Oct 2022 14:09:23 GMT</pubDate>
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      <title>ERRAR É PRECISO</title>
      <link>https://www.completamente.pt/errar-e-preciso</link>
      <description>Texto por Patricia Santos, Investigadora
em Sociologia, sócia-fundadora do Atelier 3 – eu, nós e o mundo</description>
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    <item>
      <title>Revista CompletaMente Volume 8</title>
      <link>https://www.completamente.pt/volume-8</link>
      <description>Estamos quase a lançar o novo Volume da Revista CompletaMente e decidimos desvendar o tema: TEMPO.
O TEMPO põe-nos a refletir sobre o passado, presente e futuro. Nesta edição conhecemos uma metodologia inclusiva através da entrevista a Celmira Machado e apresentamos reflexões bastante diferentes sobre o tema, da equipa que nos tem acompanhado nos volumes anteriores.
Curiosos?</description>
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    </item>
    <item>
      <title>"Quais os malefícios do uso prolongado da chucha?"</title>
      <link>https://www.completamente.pt/quais-os-maleficios-do-uso-prolongado-da-chucha</link>
      <description>O padrão respiratório pode ser alterado de nasal (pelo nariz – correto) para bucal (pela boca).</description>
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      <title>Estereótipos de Género na Infância: de onde vêm, para onde queremos que vão</title>
      <link>https://www.completamente.pt/estereotipos-de-genero-na-infancia-de-onde-vem-para-onde-queremos-que-vao</link>
      <description>Os brinquedos tradicionalmente destinados a meninos  tendem a desenvolver mais as capacidades espaciais e conceitos numéricos, ao passo que brinquedos marcados como “femininos” estimulam mais frequentemente competências de sociabilidade e de cuidado com o outro.</description>
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      <pubDate>Sat, 05 Mar 2022 12:30:50 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>"Tenho um filho com 3 anos que bate frequentemente nos amigos da escola."</title>
      <link>https://www.completamente.pt/duvidas dos pais</link>
      <description>Nas relações entre crianças, o bater nos pares é um comportamento comum.</description>
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      <pubDate>Sat, 05 Mar 2022 11:45:05 GMT</pubDate>
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      <title>O QUE É O SLOW PARENTING?</title>
      <link>https://www.completamente.pt/o-que-e-slow-parenting</link>
      <description>"Aproveite bem todos os momentos com o seu filho porque eles vão ser únicos e quando menos esperar eles já serão crescidos."</description>
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      <pubDate>Sat, 05 Mar 2022 11:15:14 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Revista CompletaMente Vol. 7</title>
      <link>https://www.completamente.pt/revista-completamente-vol-7</link>
      <description>O tema desta edição é a Criatividade. O grande Professor António Damásio falou connosco sobre criatividade e  tivemos também o privilégio de entrevistar Bordalo II.</description>
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      <pubDate>Fri, 29 Oct 2021 08:54:23 GMT</pubDate>
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      <title>Revista CompletaMente - Volume 6</title>
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      <description>Conheça o Volume 6 da Revista CompletaMente.
Dedicamos esta edição à DIFERENÇA</description>
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      <title>A Joaninha Vaidosa</title>
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      <title>As dúvidas dos pais: Regresso às aulas em tempo de covid-19</title>
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      <title>E-book Gratuito </title>
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      <title>Revista CompletaMente - Volume 5</title>
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      <title>Revista CompletaMente - Volume 4</title>
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      <title>Estamos de volta!</title>
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      <description>Estamos aos poucos a retomar a atividade no nosso consultório, com novas medidas de segurança.</description>
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      <title>15 Dicas de exercícios de Terapia da Fala para fazer em casa</title>
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      <title>A CRECHE É AFETO!</title>
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      <description>Creche é afeto, escola é afeto. Pais, crianças e escola precisam de estar unidos e de se amparar mutuamente, para que emocionalmente possa correr tudo bem.</description>
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    <item>
      <title>Consultas On-line: quais as principais vantagens?</title>
      <link>https://www.completamente.pt/consultas-on-line-quais-as-principais-vantagens</link>
      <description>Descubra quais são as principais vantagens das consultas on-line.</description>
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    <item>
      <title>Se não podes vencê-los, junta-te a eles!</title>
      <link>https://www.completamente.pt/tv-escola</link>
      <description>Se não consegue impedir que os seus filhos vejam televisão, então junte-se a eles.</description>
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    <item>
      <title>Dia Mundial do Livro</title>
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      <description>Damos-lhe 3 razões para ler mais. Aproveite esta quarentena para viajar através da leitura.</description>
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      <title>Consultas de Psicologia On-line</title>
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      <description>Consultas de Psicologia On-line! Este serviço está disponivel para adultos, adolescentes e crianças.</description>
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      <title>Dia Mundial da Voz</title>
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      <description>Para comemorar o Dia Mundial da Voz, apresentamos 9 Motivos para cuidar da sua voz</description>
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      <title>Estamos todos em ensino doméstico, e agora? </title>
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      <title>É possível  fazer tele-trabalho com crianças em casa?</title>
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      <title>Quarentena!</title>
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      <title>18 ideias para fazer em família durante a quarentena!</title>
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      <title>A chucha e os seus malefícios!</title>
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      <title>Desejos </title>
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      <title>Dia de São Valentim</title>
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      <title>3 Benefícios de ter Irmãos </title>
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      <title> Desencontros de
Natal</title>
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      <title>Os pedidos de Natal</title>
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      <title>Brincadeiras Didácticas - Casinha de Bonecas</title>
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      <description>A tão famosa Casinha de Bonecas, que aqui no nosso consultório é muito querida pelos nossos pacientes mais novos.</description>
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      <title>Dia de Consciencialização do Stress</title>
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      <title>Brincadeiras Didácticas - O túnel!</title>
      <link>https://www.completamente.pt/brincadeiras-o-tunel</link>
      <description>A brincar também se aprende e o túnel é das actividades mais benéficas para o desenvolvimento físico e mental dos mais novos.</description>
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      <title>A Faculdade não deve ser: A razão da tua ansiedade!</title>
      <link>https://www.completamente.pt/a-faculdade-nao-deve-ser-a-razao-da-tua-ansiedade</link>
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      <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 14:26:02 GMT</pubDate>
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      <title>Dia Mundial da Saúde Mental</title>
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      <title>Entrada para a Escola!</title>
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      <description>Setembro, o início de um novo ano lectivo, e para algumas famílias o primeiro ano dos seus filhos na escola! A entrada para a escola é um momento de mudanças que pode trazer algumas ansiedades aos pais, saiba tudo aqui!</description>
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    <item>
      <title>10 dicas para escolher a escola certa!</title>
      <link>https://www.completamente.pt/10-dicas-para-escolher-uma-escola</link>
      <description>Quando os pais procuram uma escola para o seu filho, existem factores importantes que se deve ter em conta. Conheça aqui 10 dicas para o ajudar a escolher a escola do seu filho!</description>
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    <item>
      <title>O papel da Terapia da Fala no tratamento da Afasia</title>
      <link>https://www.completamente.pt/terapia-da-fala-no-tratamento-da-afasia</link>
      <description>A Terapia da Fala é essencial para o tratamento da Afasia.
Junho foi o mês de sensibilidade para a Afasia, saiba aqui qual o papel do terapeuta da fala nos casos de afasia.</description>
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      <pubDate>Sat, 29 Jun 2019 11:46:28 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Sintomas de Ansiedade Infantil</title>
      <link>https://www.completamente.pt/sintomas-de-ansiedade-infantil</link>
      <description>A Ansiedade Infantil é algo ao qual todos os pais e educadores devem prestar atenção, pois muitas vezes manifesta-se de forma silenciosa. Conheça aqui quais os sintomas mais comuns da Ansiedade Infantil.</description>
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      <pubDate>Wed, 12 Jun 2019 12:17:37 GMT</pubDate>
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      <g-custom:tags type="string">Ansiedade,infantil,stress,sintomas,sinais,crise,transtorno,crianças</g-custom:tags>
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      <title>Autismo e o tempo em frente ao ecrã!</title>
      <link>https://www.completamente.pt/autismo-e-o-tempo-de-ecra</link>
      <description>Frequentemente, as crianças com autismo têm questões sensoriais e motoras assim como tiques; o tempo frente ao ecrã tem estado associado a atrasos sensoriais e motores e piorando o processo sensorial e pode apressar ou piorar tiques vocais e motores devido à libertação de dopamina.</description>
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      <pubDate>Thu, 16 May 2019 14:17:13 GMT</pubDate>
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      <title>Divórcio Enquanto Crise Familiar</title>
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      <description>A separação (ou o divórcio) é e deve ser pensado/olhado como uma das principais e mais difíceis crises no ciclo vital de uma família.</description>
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      <pubDate>Wed, 24 Apr 2019 15:19:56 GMT</pubDate>
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      <title>Conheça aqui o que é Psicoterapia!</title>
      <link>https://www.completamente.pt/conheca-aqui-o-que-e-psicoterapia</link>
      <description>Em que é que a Psicoterapia o pode ajudar? Qual a duração de uma Psicoterapia ? Quais as idades que beneficiam de Psicoterapia? Estas são algumas das questões que o Dr. João Gonçalo Lorenzo  aborda neste artigo!</description>
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      <pubDate>Wed, 03 Apr 2019 13:27:23 GMT</pubDate>
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      <title>Excessiva Exigência Parental</title>
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      <description>Crianças em que os pais são muito exigentes têm uma maior probabilidade de desenvolverem ansiedade, depressão, anorexia, baixa auto-estima e sintomas psicossomáticos.</description>
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      <pubDate>Thu, 28 Mar 2019 13:36:41 GMT</pubDate>
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      <title>Perturbações específicas da linguagem</title>
      <link>https://www.completamente.pt/perturbacoes-especificas-da-linguagem</link>
      <description>É uma mais valia avaliar precocemente, caracterizar as dificuldades, apoiar cuidadores e professores de forma a prevenir complicações do foro emocional e otimizar todas as formas de comunicação.</description>
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      <pubDate>Tue, 26 Mar 2019 14:29:03 GMT</pubDate>
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      <title>ALTERNATIVAS PARA A HIPERACTIVIDADE</title>
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      <pubDate>Wed, 13 Feb 2019 17:43:12 GMT</pubDate>
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      <title>BRINCAR COM OS SONS</title>
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      <pubDate>Thu, 31 Jan 2019 16:55:38 GMT</pubDate>
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